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Quando alguém encontra algo muito precioso, como um diamante esculpido por milénios de civilização e História, pode ter dois tipos de atitude; ou guarda essa jóia num maravilhoso cofre fechado a sete chaves para se poder deliciar em exclusivo com a sua descoberta; ou resolve partilhar o seu tesouro com todos aqueles a quem se pode chamar amigo, também esses guardados no lado esquerdo do peito, esse é o cofre para guardar as melhores coisas do mundo.
Tomei esta segunda opção quando, há quase duas décadas descobri o Swásthya Yôga e conheci o Mestre DeRose.
A sintonia que senti com o método e com o Mestre DeRose é a mesma que renasce e se reforça a cada vez abro o "Prontuário de Swásthya Yôga" a mesma sintonia inemporal que aflora sempre que me sento para iniciar o meu sádhana e que executo o Shiva mudrá.
A empatia que surgiu no primeiro pújá, é alimentada a cada dia com o bhava do meu coração e permite-me mergulhar cada vez mais profundamente nos arquivos do inconsciente colectivo.
O som emanado a cada vocalização de mantra, ecoa em todo o meu ser como o primeiro parampará do Mestre DeRose.
A energia partilhada com o cosmos de cada vez que faço a expansão do meu corpo através do pránáyáma, alimenta o meu trabalho e a minha vida, é o combustível que irá activar a energia criadora que habita em cada um de nós.
O fio de continuidade é o movimento que surge de cada vez que os ásanas brotam uns dos outros, esculpindo o meu corpo numa harmonia única de prazer aflorando uma dança, dançada ao som do pulsar do som do universo.
O reencontro que faço a cada yôganidrá com a minha descoberta, mantém vivo e actual o mapa do tesouro, tesouro que reluz quando recolho a minha mente em dhyána e viajo no som do silêncio, como um dia meu Mestre me ensinou.
Como um dia meu Mestre me ensinou, também eu continuo essa missão ensinando aos meus queridos alunos, cada técnica, cada fórmula, para que em cada um desperte o mesmo carinho pela prática, que um dia me fez decidir partilhar tudo isto consigo.
Pratique com dedicação, mantenha a lealdade ao seu professor e será como eu uma eterna discípula do Mestre DeRose.

Tomei esta segunda opção quando, há quase duas décadas descobri o Swásthya Yôga e conheci o Mestre DeRose.
A sintonia que senti com o método e com o Mestre DeRose é a mesma que renasce e se reforça a cada vez abro o "Prontuário de Swásthya Yôga" a mesma sintonia inemporal que aflora sempre que me sento para iniciar o meu sádhana e que executo o Shiva mudrá.
A empatia que surgiu no primeiro pújá, é alimentada a cada dia com o bhava do meu coração e permite-me mergulhar cada vez mais profundamente nos arquivos do inconsciente colectivo.
O som emanado a cada vocalização de mantra, ecoa em todo o meu ser como o primeiro parampará do Mestre DeRose.
A energia partilhada com o cosmos de cada vez que faço a expansão do meu corpo através do pránáyáma, alimenta o meu trabalho e a minha vida, é o combustível que irá activar a energia criadora que habita em cada um de nós.
O fio de continuidade é o movimento que surge de cada vez que os ásanas brotam uns dos outros, esculpindo o meu corpo numa harmonia única de prazer aflorando uma dança, dançada ao som do pulsar do som do universo.
O reencontro que faço a cada yôganidrá com a minha descoberta, mantém vivo e actual o mapa do tesouro, tesouro que reluz quando recolho a minha mente em dhyána e viajo no som do silêncio, como um dia meu Mestre me ensinou.
Como um dia meu Mestre me ensinou, também eu continuo essa missão ensinando aos meus queridos alunos, cada técnica, cada fórmula, para que em cada um desperte o mesmo carinho pela prática, que um dia me fez decidir partilhar tudo isto consigo.
Pratique com dedicação, mantenha a lealdade ao seu professor e será como eu uma eterna discípula do Mestre DeRose.

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